"Pardalitos do Choupal"

Associação Académica de Coimbra

Vitor Santos,jornalista d' A Bola já falecido,foi o primeiro a chamar a Académica "Pardalitos do Choupal", em crónica ao jogo da vitória sobre o Benfica por 3 a 1 na época de 1961/1962

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Informações

Estádio Cidade de Coimbra

Estádio Cidade de Coimbra
Inauguração: 29-10-2003
Lotação: 30000


Ano da fundação: 03-11-1887
Rua Infanta D. Maria, 23 - 3030-330
Nº de sócios: 10336 (em 9/7/2007)
Internet: www.academica.oaf.pt

 

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Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Últimas: Lucas, Ricardo e Pedrinho na Académica

A Académica após rubricar novo contrato com Roma, garantiu ainda esta quinta-feira, as aquisições do guarda-redes Ricardo do avançado Pedrinho, ambos do Varzim e do também do Médio Lucas ex-Boavista.

Os jogadores reuniram esta tarde, com o presidente José Eduardo Simões, e acertaram tudo para assinarem contratos com a Briosa. Os poveiros irão assinar por quatro anos e só não o fizeram de imediato porque ainda não consumaram a rescisão com o Varzim.

Ricardo, 24 anos, Pedrinho, 22,e Lucas são, assim os novos reforços garantidos pela Briosa para a próxima época.

Mas as novidades não se ficam por aqui , os Pardalitos sabem que Hélder Rosário e um ponta-de-lança do Leste poderão também a vir a ser reforços. De saída no entanto parece estar Filipe Teixeira. A Clausula de rescisão de 750 000 euros torna o talentoso atleta apetecível.

TALVEZ

A hipótese de os sócios e adeptos da Académica preferirem o modelo turbulento de utilização dos Blogs, ditos académicos, como meio de diálogo aporético é um dos meus receios. Não que isso me decepcione, até porque entendo, como fazendo parte da natureza humana, poder-se aspirar a participar num local mais intimista: o fascínio pela sensação da explosão emocional individual. O léxico utilizado na maioria dos comentários é por demais evidente.
É causa o clima febril, mesmo alucinante, que, de momento, se vive, neste e noutros Blogs no que se refere a “notícias” de saídas, entradas, rescisões, contratações de atletas. Ora, neste panorama de muitos equívocos (noticias?) que sustentam o número de visitas a estes espaços – luta pelas audiências?! – Detectam-se reservas e incompreensões sobre toda esta teatralidade; de modo que julgo impor-se por nossa parte, «Pardalitos do Choupal», uma atitude prudente, de reserva, de contenção. Não pode, pois, ser encarada esta catadupa “informativa” (?) – putativa situação contratual dos atletas – algo que nos aporte admiração ou respeito, porquanto tudo o que se houve e lê, nesta fase, são “dados” preparados, conduzidos, tendo por pano de fundo e tomam partido, consoante os públicos alvo (clubes e Instituições) e, fora disso, tão-só especulações: ou não são?
E a pergunta que importa fazer penso ser esta: o que é mais importante para o Blog? manter esta linha de diálogo aporético? Talvez. Até porque parece haver uma velha e desgraçada ideia, e que é esta: a ideia dos malogros, das infelicidades, será sempre dos outros e lá estarão, a seguir, os comentadores a relembrá-lo de forma aporética, como sempre.
Quero com isto significar que os «Pardalitos do Choupal» existem e têm de existir pela projecção e justificação da sua identidade separada e por força da vontade de debate que englobe estes ideais: levantamento da consciência e da vontade Académica.
Esta em causa esta identidade? Talvez. Mas não podemos, nem devemos, julgo eu, duvidar do nosso espírito, cultura, inteligência, e evitarmos mais um Blog entre outros; para os outros a sua característica generalista, respeitosa e útil, com certeza; para nós, tentar sermos um Blog a que se possa dizer que é tido «como de referência».
Poderemos vir a ser criticados, glosados, depreciados? Talvez; mas é meu convencimento que só assim serviremos como fenómeno de combate à apatia generalizada, à indiferença, à descrença, de um largo sector de sócios, quanto ao futuro da Académica como Instituição a que a “cultura” de hábitos de aplicação cosmética circunstancial não pode suplantar.

Pedro Roma renova contrato por 1 ano com a Briosa

Pedro Roma acaba de renovar com a Associação Académica de Coimbra/OAF.
O presidente José Eduardo Simões confirmou a renovação do capitão e único totalista da equipa na temporada 2006/2007.

Em declarações à comunicação social o jogador referiu:

«Conseguimos acertar vontades no sentido de eu continuar a servir o símbolo que tenho servido nestes últimos anos e pelo qual tenho enorme carinho. No fundo, não fazia sentido falar de outra forma. Estou, logicamente, bastante satisfeito. Claro que há sempre questões contratuais que podem não vir no sentido que nos pretendemos, mas o importante é que chegámos a um consenso»

Nota: Uma decisão acertada. Está por isso a direcção de parabéns por esta renovação.

Pedrinho irá assinar nas próximas horas e deverá ainda hoje ser oficialmente apresentado

Os Pardalitos estão em condições de afirmar, que o atleta Pedrinho, avançado do Varzim FC deverá assinar nas próximas horas.
O atleta deverá ser ainda hoje apresentado (o mais tardar amanhã) no site oficial, juntamente com o seu colega de equipa Ricardo (o guarda redes).


Perfil:

Nome: "PEDRINHO" Pedro Miguel da Silva Rocha
Posição: Avançado
Idade: 22 anos
Nacionalidade: Portuguesa
Naturalidade: Vila do Conde
Clube anterior: Varzim SC

Saudações Académicas!

Quais dos seguintes atletas gostariam os adeptos de ver na Briosa?

Existem fortes possibilidades de alguns destes atletas assinarem pela Briosa.

Quais os que o leitor gostaria de ver na Briosa e quais os que acha provável que a Briosa vá contratar?











Concorrência pode dificultar o regresso de Lucas à Académica mas ao que tudo indica, a Briosa contínua a estar mais perto

Os Pardalitos sabem que o negócio entre o Lucas e a Académica poderá ser dificultado pela forte concorrência.
Tal como já haviamos afirmado, o atleta em questão tem vários clubes interessados que poderão dificultar o negócio à Académica.
No entanto a nosso favor, joga o facto de a Briosa ter sido quem mostrou um interesse mais forte no atleta e também o facto de Lucas ver com bons olhos o seu regresso à Briosa, Instituição pela qual nutre um carinho especial (tal como o próprio afirmou mais recentemente aos meios de comunicação social).

«Lucas está mais perto da Académica do que de qualquer outro clube. Este poderá assinar muito brevemente, porém a concorrência poderá dificultar o negócio uma vez que o atleta é um dos mais apetecíveis na famosa lista de dispensas divulgada recentemente pelo Boavista. Esperemos que não existam surpresas negativas e que o Lucas venha a ser nosso jogador.» afirmou-nos a nossa fonte.

Esperemos tal como a nossa fonte nos disse, que Lucas venha a ser nosso jogador e volte a vestir a camisola preta

Mais desenvolvimentos assim que possível...

Saudações Académicas

Pedro Costa na Académica

Pedro Costa, ex-Sporting de Braga, assinou hoje contrato com a Académica.
O lateral direito é o terceiro reforço oficial para a época 2007/2008.

Ao site oficial da Briosa o atleta confidenciou que vir para a Académica é: "Fantástico! É realmente um prazer enorme poder representar este clube.”Quanto às expectativas para a próxima época, Pedro Costa foi categórico: “são grandes, assim como os objectivos do clube.”

Ficha Técnica:

Nome: Pedro Miguel de Castro Brandão Costa – PEDRO COSTA
Posição: lateral direito
Idade: 25 anos
Nacionalidade: Português
Peso: 70 kg
Altura: 1, 68
Clubes Anteriores: Sporting de Braga, Famalicão, Gondomar e Boavista.

Estão a deixar sair os nossos melhores jogadores - Parte II

AS BEIRAS: SAÍDA DE TEIXEIRA CONSUMADA

"Para além de Dame, Brum e Lino, a Académica prepara-se também para perder Filipe Teixeira. O médio já fala como se não fosse jogador da Académica. “Já falei com os responsáveis da Académica sobre isso e esta é, sem dúvida, a melhor altura para dar o salto”, confessou ao DIÁRIO AS BEIRAS.

Ao que apurámos, o futuro do jogador deverá passar pela Liga espanhola, sendo certa a preferência do atleta pelo estrangeiro. “Essa é a hipótese mais provável”, revela. O negócio, escondido a sete chaves, deverá ser consumado no espaço de uma semana. Por enquanto, Teixeira tem-se preocupado mais em acompanhar os primeiros dias de vida do filho, nascido no passado sábado, mas garante que quer resolver o futuro “o mais depressa possível”."

Nota: É incrível como não conseguimos segurar os melhores e os deixamos partir. Assim é impossível conseguir construir uma equipa que tenha aspirações mais elevadas. como as que a direcção prometeu e não cumpriu (UEFA).
Esta rotatividade no plantel já não é nova, no ano passado entraram logo 16 novos jogadores, este ano irão entrar não menos do que isto (a avaliar pelos que estão a sair e pelos que estão para sair).
O que ganha a Académica com isto senhores dirigentes? Alguns ficam contentes, por a Académica estar a deixar sair por "tuta e meia" os nossos melhores activos, indo contra tudo o que é normal. Em qualquer organização (clube ou não), os melhores são sempre para serem mantidos e defendidos.
Se este jogador sair, (como diz As Beiras) que por acaso até é o nosso melhor, quero ver o que dizem os que defenderam a dispensa do Brum (activo que juntamente com o Marcel nos custou aproximadamente 1,8 milhões de euros) e que a justificaram como "uma necessidade para manter Filipe Teixeira".

No caso do Dame, este fica ou sai?

Com esta rotatividade é impossível manter uma espinha dorsal. Se os resultados não aparecerem logo (o que é normal, pois os jogadores precisam de todo um processo de adaptação e de construção de espírito de grupo), lá vem a mesma desculpa que construiram uma equipa nova.
Falando em equipa, até ver, penso que está nitidamente a ser construída uma equipa para lutar por não mais do que a permanência e isto é de facto preocupante, pois a maioria dos sócios está farta de ser sempre a mesma coisa e graças a isso, poderemos correr o risco de na 2ª volta estarem não mais do que 3 mil pessoas no Estádio Cidade de Coimbra.

Se alguns ficam contentes por estarem a ser contratados jogadores apenas por serem portugueses e ainda dizem que está a sair "quem não rendeu", eu apenas vejo sair os melhores jogadores da Académica, talvez seja só eu que considere que o Brum é um excelente jogador e que estava nos nossos 5 melhores do plantel, que o Filipe Teixeira é de longe o melhor jogador da Académica, que o Dame é dos melhores e está em risco de sair a custo zero, que o Lino foi dos melhores a época passada, que o Alexandre (o nosso makalélé) jogador que a partida seria para manter também vai sair ou já saiu e também o Joeano, o nosso melhor avançado e que a direcção não mostrou interesse em prolongar o empréstimo (o atleta queixou-se inclusive).
Assim sendo, em que mudou a política de gestão do plantel da Académica em relação às épocas anteriores? (como alguns afirmam)
A rotatividade mantem-se, a saída dos melhores mantém-se, em que mudou afinal?

Saudações Académicas

Empresário de Zé Castro desmente AS

O empresário do jogador Zé Castro, do Atlético de Madrid, afirmou hoje que a notícia que dava o jogador como dispensado é pura especulação jornalística e visa prejudicar a imagem do jogador.
“A última vez que os dirigentes do Atlético de Madrid falaram connosco disseram-nos que estavam super-contentes com o Zé e disseram mesmo que queriam renovar com ele. O que foi escrito hoje no AS é pura especulação jornalística”, afirmou Nuno Rolo, empresário do jogador à Agência Lusa.

O representante do jogador acrescentou mesmo que quem escreveu a notícia só teria uma intenção: denegrir a imagem do jogador, que já fez 25 jogos para o campeonato e quatro para a Taça, estando perto do objectivo que é o apuramento para a Taça UEFA.
“Reitero aquilo que o Zé disse”, concluiu o empresário, referindo-se às palavras de surpresa, mas ao mesmo tempo de tranquilidade do atleta português que assinou no ano passado por cinco anos com o clube madrileno.

NR

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Hélder Barbosa em declarações à Bola Branca da Rádio Renascença



Na edição desta noite do programa Bola Branca da Rádio Renascença, Hélder Barbosa mostrou-se agradado com a hipótese de ficar na próxima época em Coimbra. Indicou que o trataram bastante bem e que fizeram dele um verdadeiro jogador da casa. No entanto, neste momento ainda não soube de nada pelo F.C.Porto, esperando com alguma expectativa a definição do seu futuro próximo.

Ricardo e Pedrinho na Académica

Tal como os Pardalitos afirmaram, Ricardo guarda-redes que esta época alinhou no Varzim, está prestes a assinar um contrato válido por quatro anos com a Académica, revelou o guarda-redes à Agência Lusa.

Os dois clubes já chegaram a acordo e o contrato entre o jogador, de 24 anos, e a Briosa deve ser assinado até à próxima sexta-feira, dia em que poderá realizar os habituais testes médicos.

"Sempre foi o meu objectivo chegar à primeira Liga, e a Académica é um grande clube", referiu Ricardo.

Também o defesa Pedrinho, de 22 anos, está a ser negociado entre os dois clubes, devendo o passe ser adquirido pela Académica, mas o jogador poderá permanecer no próximo ano no Varzim, na condição de emprestado.Poderá no entanto se Manuel machado assim o entender integrar o plantel na abertura de mercado de Janeiro

Lucas tem 70 % de hipóteses de vestir a camisola preta na próxima época

Tal como os Pardalitos afirmaram, Lucas consta mesmo dos planos da direcção da Académica para a próxima época e hoje é mesmo o próprio jogador que o diz.
No entanto também sabemos que existe uma forte concorrência pelo passe deste jogador.
Esperemos que a Briosa o consiga contratar.
Diria mesmo que existem mais de 70% de hipóteses de este jogador assinar pela Briosa, pois sabemos que está tudo a ser bem encaminhado.

O jogador afirmou hoje ao maisfutebol:

«Vou resolver o meu futuro até final da semana. A Académica é, de facto, uma possibilidade. Mostraram interesse e, como já lá joguei, tenho um certo carinho pelo clube e viria com bons olhos um eventual regresso», referiu ao Maisfutebol. Caso se confirme a contratação, Lucas virá colmatar a vaga aberta no meio-campo pela saída de Roberto Brum.

Saudações Académicas

Site oficial confirma duas contratações já esperadas

Licá e Orlando na Académica.
Os Pardalitos desejam a estes 2 atletas um futuro risonho na Académica

"LICÁ NA ACADÉMICA

O jogador Licá assinou com a Académica e vai vestir a camisola da Briosa.O jovem médio ala de 18 anos que estava ao serviço do Social de Lamas não podia estar mais contente com esta mudança na sua vida, em declarações so site oficial afirmou que vir para a Académica: “ é o concretizar do um sonho. Ter a oportunidade de jogar na super liga, num clube com esta dimensão e que aposta nos jovens.
”Licá promete “trabalho e dedicação para garantir um lugar equipa.

”Ficha Técnica:
Nome: Luís Carlos Pereira Carneiro – “LICÁ”
Posição: Médio Ala
Idade: 18 anos
Nacionalidade: Português
Peso: 70 kg
Altura: 1,81Clube anterior: Social de Lamas"


"- ORLANDO NA ACADÉMICA

O central Orlando, ex-Freamunde, assinou hoje contrato com a Académica.O atleta que também já actuou no Fafe e Moreirense, vai agora defender as cores da Briosa. Uma missão que afirmou ser “um orgulho. É um orgulho para qualquer atleta representar uma instituição como Académica, que tem um historial que fala por si.” Por isso mesmo garante: “vou fazer tudo para ajudar a equipa a atingir os objectivos”.

Ficha Técnica:
Nome: Rui Orlando Ribeiro Santos Neto
Posição: Central
Idade: 27 anos
Nacionalidade: Português
Peso: 81 kg
Altura: 1, 83
Clubes Anteriores: Sport Clube de Freamunde; Moreirense FC; AD Fafe e Vitória de Guimarães (formação)"

Lucas e Hélder Rosário mais perto!

4ª feira 10h da manhã

Tal como referiram os Pardalitos, o interesse por parte da Académica no Lucas é fortíssimo e hoje foi a vez do Record ir mais longe e revelar que o atleta irá mesmo voltar a vestir a camisola preta (também é referido que o jogador rejeitou uma proposta do Braga e que virá a custo zero).

Ainda na notícia tal como também referimos, existe igualmente um forte interesse no central Hélder Rosário (também do Boavista) e este poderá ser contratado juntamente com Lucas.
Dada a extensa lista de dispensas do Boavista, poderá existir outro jogador também a interessar à Académica, jogador esse que tentaremos apurar (Zé Manel?)

Mais pormenores brevemente.

Saudações Académicas

Abola: Atlético pode dispensar José Castro

"De acordo com o diário As, o Atlético de Madrid poderá dispensar o defesa-central português José Castro no final da época.

Os «colchoneros» estarão apostados em formar o sector defensivo com jogadores de «experiência internacional», sendo que segundo aquele jornal de Madrid o defesa português – menos utilizado desde a chegada de Fabiano Eller - deverá ser cedido a outro clube da primeira divisão espanhola.O argentino Gabriel Heinze, do Manchester United, seria o eleito para reforçar o sector mais recuado, juntando-se a Eller, Perea, Pablo, Seitaridis, Antonio López e Pernia. "

Agradecimento ao Tiago Branco pela indicação.

Nota: Não custava nada tentar o empréstimo do Zé Castro para a próxima época, uma vez que se trata de um excelente jogador formado nas nossas escolas.
O regresso a título definitivo de Lucas e o regresso por empréstimo do Zé Castro (dois ex capitães da nossa Briosa), concerteza seria muito bem visto pela massa associativa da nossa Briosa.

No entanto o regresso poderá ser muito difícil. Principalmente por dois motivos:

1º - Pela forma como o processo de saída do jogador se desenrolou, o jogador saíu a custo zero, tendo dado uma conferência de imprensa a desmentir a direcção e a explicar os motivos pela sua saída.
Independentemente de quem disse o quê, a direcção devia-lhe ter renovado o contrato, pelo menos um ano antes, usando a já referida visão de longo-prazo que uma administração deve ter, pois o jogador era internacional sub 21 e um precioso activo. Como não o fez, o jogador em questão saiu a custo zero no final da época.
No entanto parece que ainda não aprendeu. Com o Vítor Vinha está a passar-se o mesmo. Com este jogador também já se devia ter renovado o respectivo contrato há muito tempo.
Adiante...

2º - Pelo elevado salário que o atleta recebe no Atlético de Madrid, sendo apenas possível o seu regresso caso o Atlético de Madrid estivesse disposto a pagar mais de metade do salário mensal do jogador em questão.

Mas como no futebol há sempre muitas surpresas... Quem sabe se...

Saudações Académicas

Recordação: Notícia do dia 31 de Agosto de 2006 do jornal O Jogo

"Preço já afastou um clube turco *

Fecha-se hoje, e só vai reabrir a 1 de Janeiro, a janela que dá para a inscrição de novos jogadores; a expectativa dos adeptos da Briosa, porém, já nem é ver se entra mais alguém, o que é mesmo improvável, mas sim saber se Roberto Brum continua em Coimbra ou se muda de ares. Em declarações a O JOGO, o trinco brasileiro voltou a admitir que sabe do forte interesse de, pelo menos, um clube turco, o qual já esbarrou, contudo, nas exigências financeiras da Académica: “Sei que um clube que participa nas competições europeias gostou de mim, tirou até informações com treinadores portugueses, que foram muito boas, mas o preço pedido pela Académica arrefeceu o interesse. Hoje [ontem] o presidente foi ao treino e disse-me para ficar tranquilo, porque não havia nada de concreto”, disse Roberto Brum, para já certo e concentrado no particular que a Briosa vai fazer, no sábado, às 17h00, na Pampilhosa."

Últimas

Segundo a "Bola Branca" Fajardo está a caminho do Guimarães. Em sentido inverso ao de Lino, seguem para a Lusa Atenas Ezequias e Hélder Barbosa (este parece que a titulo definitivo). Também Lucas regressa à Académica proveniente do Boavista.
Pena a perda de Fajardo para um concorrente directo. Óptima noticia a de Hélder Barbosa, principalmente se vier a titulo definitivo.

Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Lucas e Hélder Rosário interessam à Académica

Tudo poderá estar bem encaminhado para o regresso do médio Lucas (jogador formado nas nossas escolas) e também para a contratação do central Hélder Rosário.
Ambos os jogadores estão com um pé fora do Boavista e fazem mesmo parte da lista de possíveis dispensas.

Os Pardalitos sabem de fonte segura que existe um forte interesse por parte da Académica nestes 2 atletas, mas sabemos que a concorrência poderá ser forte.
Ambos os jogadores têm mercado no futebol português pelo que se adivinha que poderão surgir outros clubes interessados.
Igualmente Zé Manel não faz parte dos planos do Boavista para a próxima época, factor que também poderá suscitar o interesse por parte da Académica neste atleta.

Mais desenvolvimentos brevemente...

Saudações Académicas

Estão a dar os nossos melhores jogadores. Quem será o próximo? / Actualização: Lino oficialmente apresentado no FCP

Já não é recente. Novelas como as que têm abalado profundamente a nossa Instituição têm acontecido época após época e as desculpas são sempre as mesmas, para justificar a dispensa ou a não renovação do contrato com os activos mais importantes. A ambição dos jogadores e o seu elevado salário são os argumentos habituais para quem defende estes actos de gestão. Curiosamente quando os contratam e lhes propõe elevados salários esses argumentos já não se aplicam. Aí já tudo vale para justificar tamanho investimento.

Quem não se lembra do Lucas, Fábio Felício, Tixier, José António e Zé Castro? Entre muitos outros...
Mais recentemente, foi a vez de Dionattan ser dispensado a custo zero, Brum igualmente dispensado a custo zero (os adeptos do Braga até agradecem) e agora Lino.

Quem se seguirá? Filipe Teixeira ou a confirmação da saída de Dame?

A velha máxima para quem comanda a Instituição é de facto "Os dos outros, são sempre melhores", então toca a renovar o plantel todos os anos, trocando praticamente todos os jogadores.
Para quem fala em custos, quais os reais custos da aquisição de quase VINTE passes época após época acrescidos de prémios de assinatura? Quem de facto lucra com este "turn-over" excessivo?
Qual o critério para a contratação e dispensa de atletas, se é que existe critério?

O que é facto é que existem outras Instituição que aproveitam os nossos jogadores (e bem). Quando é para os comprar, dão 1001 argumentos para Investimentos milionários, quando é para os mandar embora limitam-se a falar em custos. Será que estamos a falar de pessoas diferentes? Quem contrata não é quem dispensa?
Será que os melhores não deveriam ser mantidos e se possível tentar renovar contrato com os mesmos justificando o Investimento inicial?
Será que os melhores numa organização, de facto não são quem melhor pagos são?
Não é assim em qualquer clube de futebol ou será que ganham todos o mesmo? Será que isto não se aplica também a alguns jogadores, como por exemplo ao Litos, que todos sabemos que tem também um elevado salário?

O que para nós é mau, para os outros é bom. Nós lutamos pela permanência e os outros, ahhh! os outros já é outra história. Lutam por um lugar que dê acesso à TAÇA UEFA ( tal como nos foi prometido).
Em relação ao Lino, para os que dizem que é um bom negócio e que o jogador está em final de carreira, o maisfutebol refere: "A duração do contrato é o elemento que falta para o acordo final entre as partes sendo que o vínculo deverá ser de dois anos ou, se mais for longo, nunca ultrapassando as três épocas."
Inclusive vários atletas do Porto já se pronunciaram, Adriano referiu: «Tem muita qualidade e será um bom reforço para o F.C. Porto», por sua vez Paulo Assunção referiu: «É um excelente jogador e vai ajudar muito o F.C. Porto».

Duvido muito que o Futebol Clube do Porto pague um preço justo pelo real valor do atleta, se é que vai pagar o que quer que seja. Muito provavelmente vai mandar para cá jogadores emprestados.
Se mandar o Hélder Barbosa mais uma época em troca do Lino, acaba por ser um facto curioso. É que o jogador quando foi contratado, foi-nos dito que vinha por duas épocas, logo não tem qualquer lógica em entrar neste negócio como moeda de troca.
Será que quem anda a gerir e é responsável por muito do que se está a passar, de facto sabe gerir o que quer que seja?
Esperemos para ver o desenrolar deste polémico negócio.

- ACTUALIZAÇÃO - Lino oficialmente apresentado no Futebol Clube do Porto

Ao contrário do nosso site oficial que está sempre desactualizado e dá a maior parte das notícias 3 dias depois dos blogs, o site do Futebol Clube do Porto não perde tempo e já anunciou oficialmente a contratação do nosso ex-jogador Lino.
Nas fotos o atleta já aparece de camisola do Futebol Clube do Porto como se pode observar.

Pode-se ainda ler: "O quadro aproxima-se da perfeição. Lino vinculou-se por dois anos ao F.C. Porto, após uma época de afirmação em Portugal, e parte para férias com um sonho realizado. Entre elogios ao novo clube e intenções claramente definidas, mostra-se encantado com a estrutura que encontrou e promete trabalho aturado.
A primeira entrevista ao http://www.fcporto.pt/ é elucidativa"

O problema que novamente se coloca, não é o atleta ter alegadamente saído por quase nada, se é que não foi por nada. O problema é esta direcção não ter tido novamente uma visão de longo-prazo e não lhe ter renovado o contrato em Janeiro. Se o tivesse feito, obviamente que agora o poder negocial da ACADÉMICA perante o Futebol Clube do Porto seria outro e o jogador não sairia por a já referida ninharia ou então por Zero.
Assim o poder negocial da Académica foi praticamente NULO

É sempre a mesma coisa!

Saudações Académicas

Académica ganhou a corrida por Ricardo (Varzim) ao Belenenses


Ao «sprint». A Académica ganhou a corrida pelo jovem (24 anos) guarda-redes do Varzim, Ricardo, deixando para trás o Belenenses, que também estava interessado no concurso do jogador.

Durante a manhã, o presidente dos poveiros esteve reunido com José Eduardo Simões e tomou conhecimento da oferta final dos «estudantes»; à tarde, o dirigente rumou ao Restelo e ficou a saber, pela boca de Cabral Ferreira, que os azuis não iriam cobrir a oferta. Vai daí, decidiu aceitar a proposta dos conimbricenses. Neste momento, apenas alguns pormenores separam o guardião da Briosa.

Da Povoa deverá também chegar Pedrinho, lateral-direito há cobiçado há algum tempo por Manuel Machado. Depois das saídas de Dame, Roberto Brum e Lino, a Académica assume agora uma postura compradora e já assegurou os préstimos de Licá (Social de Lamas), Lito, Fajardo (Naval), além de Ezequias e Hélder Barbosa, como «moeda de troca» no negócio de Lino para o F. C. Porto. Mas há mais. Hélder Rosário, de saída do Boavista, é outro jogador que interessa, tal como Vasco Matos, do Beira Mar.

In MaisFutebol

Nota:É uma excelente contratação para um lugar onde a Académica é defecitária.É um jovem com largo futuro à sua frente. Há, agora rapidamente que chegar a acordo com Pedro Roma.

Lino no F.C.Porto - Jornal O Jogo


O FC Porto chegou ontem a acordo com Lino, defesa-esquerdo que cumpriu a época que agora terminou ao serviço da Académica. O jogador brasileiro, de 29 anos, já realizou os habituais testes médicos, estando previsto que hoje mesmo oficialize a sua ligação ao clube bicampeão nacional. Depois de ter sido campeão paulista e carioca, Lino volta a estar na rota dos títulos com esta mudança de Coimbra para o Porto, apenas um ano depois de ter chegado a Portugal. Ao serviço dos estudantes, foi o segundo jogador mais utilizado por Manuel Machado - apenas batido pelo guarda-redes Pedro Roma - acumulando 2585 minutos, fruto de 29 jogos a titular, 26 dos quais cumpridos de princípio a fim.

Autor de cinco golos, foi o marcador do penálti que permitiu à Académica uma derrota por margem mínima diante dos portistas. Nesse jogo da segunda volta, o lateral brasileiro jogou como médio-esquerdo, posição que ocupou por diversas vezes ao longo da temporada, sinal da sua polivalência, característica que terá contribuído para o interesse dos portistas. Vinculado ao clube de Coimbra até 2008, Lino havia despertado o interesse de outros clubes, para além do FC Porto. Belenenses e Hansa Rostock foram dois deles."


PS: Resta saber agora quais serão as contrapartidas para a Académica. Já se falou na possibilidade de Ezequias regressar a título definitivo, do empréstimo do Hélder Barbosa e de algum dinheiro. Como será mesmo?

Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

NADA

Tendo adquirido a vantagem de dizer e fazer tudo, O Sr. Presidente da Direcção, exprime também uma atitude de distanciação perante os sócios: a catástrofe está iminente e, perante ela, o Sr. Presidente, depois de criar um sistema de poder que tende a confundir-se com a sua própria respiração e, portanto, também com a ausência de respiração, dispensa as cerimónias estatutárias, receando a simples audição de sons adversos.
Recusa, desta forma, expor à luz os problemas e dificuldades da Académica porque é o oposto à eficácia rede de sombras com que, a partir do seu “vão de escada”, gere a Instituição.
A inquietude dos sócios nasce, portanto, da observação directa da realidade mas é bastante acentuada pelo seu afastamento dos centros de decisão.
Daí a linguagem sem rodeios nas ruas, nas praças, nos Blogs, nos Jornais: Esta Direcção não serva a Académica, toda a gente está descontente, o Conselho Académico não é convocado, a Mesa da Assembleia-Geral anda a reboque (última convocatória da AG não conforme com a qualificação técnica estatutária), o Conselho Fiscal tenta segurar as “pontas” e, enquanto isso, os associados limitam-se placidamente a tocar pouco mais que uma “musica” sem clave, nem sol, ou seja, roufenham.
Mais substantivamente: a condução da Académica é francamente condenável, tendo, pois, o Sr. Presidente da Assembleia-Geral, na última reunião magna, entrado com sentimentos muito críticos sobre a evolução em geral e sobre a utilidade, premente, da apresentação dos novos Estatutos. Igualmente, o Sr. Presidente do Conselho Fiscal depois de ter feito uma “fiscalização à distância” (crédulo e estando de boa-fé) nos dar, agora, sinais de que estará a chamar a si – paulatinamente – as rédeas das suas competências estatutárias.
Mas haverá que usar uma linguagem franca.
É tudo muito feio.
É feio: o Conselho Académico ter sido e ser, simplesmente, ignorado em tudo!!!
É feio: a desconsideração feita ao autor dos novos Estatutos, não os apresentando!!!
É feio: que a cada apresentação de contas do exercício se tenha de recorrer a um novo técnico de contas (TOC)!!!
É feio: que o Sr. Revisor Oficial de Contas (ROC) tenha que desmentir o Relatório de Gestão da Direcção!!!
É feio: que a gestão do activo incorpóreo (“passes” dos jogadores) esteja a ser objecto das maiores suspeições que, todavia, só o sentido de responsabilidade e bom-senso dos sócios ao não exigir (a Lei prevê) que, aquando da apresentação das contas do s exercícios económicos seja apenso o respectivo mapa analítico, poderia controlar.
É muito feio que na Académica…. Aos costumes, se diga: NADA.

Maisfutebol: Lito (Naval) reforça a Académica

"O avançado Lito vai colocar um ponto final da sua ligação à Naval, mas não irá para muito longe. As notícias postas a circular há algumas semanas confirmaram-se e o capitão da selecção de Cabo Verde vai mudar-se para Coimbra, para representar a Académica nas próximas duas épocas.
Na Briosa, Lito irá reencontrar Manuel Machado, treinador que o orientou no Moreirense e isso terá sido factor determinante para o jogador, em final de contrato com a Naval, ter optado por trocar de camisola.

As contratações dos «estudantes» na Figueira não devem ficar-se por aqui, já que também Fajardo aguarda apenas pelo momento certo (final do mês) para assumir o ingresso na Académica.
Depois de Licá - jogador do Social de Lamas que tem um acordo para as próximas duas temporadas e que poderá passá-lo para o papel durante esta semana - Lito é a segunda contratação da equipa conimbricense para a próxima época, numa altura em que o número de jogadores de saída do clube já ultrapassa uma dezena. "

Nota: A confirmar-se esta notícia, finalmente já poderemos compreender o critério que a direcção utiliza relativamente às dispensas, contratações e manutenção de jogadores.

- Possível maneira de pensar da direcção relativamente a esta matéria:

Relativamente a dispensas, dispensar os activos mais preciosos da Instituição e que de preferência representaram um enorme esforço financeiro por parte da mesma (como o Roberto Brum e Dionattan).

Igualmente não contactar os clubes nem os representantes dos atletas que cá estiveram emprestados esta época e que nos foram úteis (Como o Joeano , Hélder Barbosa e o Pitbull).
Como são bons jogadores, não devem ser mantidos. É melhor virem novos atletas, que pode ser que desta vez não sejam tão bons jogadores para aos objectivos a que a direcção se irá propôr.
Manter jogadores? A maioria normalmente é para dispensar, quanto mais rotatividade melhor, menos os jogadores se conhecem. Tentar manter o máximo possível dos jogadores que foram contratados na época anterior, mas só os que tiveram um desempenho negativo. Só esses interessam para a próxima época

Relativamente a contratações para além do famoso contentor de 20 jogadores que vai e volta todos os anos, a Instituição deve agora ter uma visão de longo-prazo, não deve viver somente a pensar no presente. Devemos contratar jogadores com mais de 30 anos (daí a contratação do Lito e a manutenção do Litos). Porquê? Visto o edifício dos Arcos do Jardim estar às moscas, a direcção sempre poderá daqui a uns anos abrir um lar da 3ª idade, obtendo possíveis mais valias.

- Será este o pensamento da direcção da Associação Académica de Coimbra/OAF? Se não for, então autênticamente que parece.

Saudações Académicas

Uma Instituição diferente, um contributo diferente


Vejam o vídeo



É tempo de a direcção da nossa AAC/OAF no resto do mandato que lhe falta, tentar uma maior aproximação com os verdadeiros/únicos valores da Académica, com a Academia e tentar promover incentivos para podermos todos de novo contemplar Capas e Batinas no estádio.
Que tal começarem por passar Fados e Baladas de Coimbra nos intervalos dos jogos?

Nuno Luís confirma a sua saída ao Maisfutebol

Aos 32 anos e no final de cinco épocas consecutivas a trajar de negro, Nuno Luís vai sair da Académica. A confirmação foi data pelo próprio ao Maisfutebol, depois deu uma reunião com o presidente do clube, na qual ficou determinado que o jogador não veria o seu contrato renovado. «Conversámos e chegámos à conclusão que vamos seguir a vida por caminhos opostos», confessou.

Este é um cenário que se adivinhava em função da temporada pouco produtiva (sete jogos) que teve, devido a uma grave lesão, ao nível da cartilagem de um joelho, que o afastou da competição desde meados de Dezembro. Apesar de ter voltado aos treinos sem limitações perto do final do campeonato, a falta de ritmo acabou por não permitir que voltasse à competição. Mesmo assim, Nuno Luís garante que quer continuar a jogar futebol. «Sinto-me em condições físicas para prosseguir a minha carreira», assegurou.


PS: Desejo desde já toda a sorte do mundo ao Nuno Luís. Concordo que chegou a altura de o ver partir, uma vez que nas últimas temporadas não teve o mesmo rendimento, mas não deixa de ser triste ver partir um jogador após 5 anos em Coimbra.

Luís Agostinho desmente Lito e indica que Dame deve cumprir os dois anos de contrato com a AAC/OAF

O director desportivo da Académica, Luís Agostinho, garantiu hoje que o futebolista senegalês Dame N'Doye deve cumprir os dois anos de contrato com os "estudantes", conforme o estipulado no contrato inicial.

"O Dame assinou até 31 de Maio com a Académica, mas está no contrato mais dois anos de opção. Ora, como a Académica accionou a cláusula até 30 de Abril, como é de lei, o atleta só tem que cumprir o estabelecido", explicou Luís Agostinho, em declarações à Agência Lusa.

Luís Agostinho não confirmou, no entanto, se a direcção da Académica pretende fazer alguma exposição à FIFA a denunciar o eventual incumprimento do contrato de trabalho.

Há uma semana, após o jogo contra o Benfica, no Estádio da Luz, o avançado senegalês partiu para a Grécia, tendo sido noticiado pela imprensa grega queo jogador tinha ido fazer exames médicos ao Panathinaikos e teria mesmo rubricado um contrato por quatro temporadas.

O avançado faltou aos treinos da "Briosa" terça e quarta-feira da semana passada, tendo regressado a Coimbra a tempo de efectuar o último apronto da temporada, na quinta-feira.

Dame negou qualquer envolvimento com o clube grego e alegou ter-se deslocado à Grécia por motivos particulares, acrescentando que cumpriria o contrato com a Académica até 31 de Maio próximo e que depois decidiria o seu futuro a conselho do irmão Ousmane, não revelando qualquer pista sobre o assunto.

Na sexta-feira, o jogador não participou no jogo particular contra o Aguiar da Beira, tendo efectuado nova viagem e, no regresso, sábado, voltou a negar qualquer ligação com o clube grego, quando questionado pela Agência Lusa.

À margem deste assunto, Luís Agostinho negou qualquer ligação do médio cabo-verdiano Lito, da Naval 1º de Maio, com a Académica para a próxima temporada.

Diário de Coimbra: Roberto Brum já não é jogador da Académica

"Roberto Brum já rescindiu com a Académica. O médio que chegou a Coimbra em Janeiro de 2005 tinha mais um ano de contrato, mas as duas partes chegaram a acordo para que a separação se consumasse mais cedo.
Cerca de dois anos e meio depois de ter “aterrado” na cidade do Mondego, juntamente com Marcel, Roberto Brum vai deixar a Briosa e terá mesmo, na semana passada, rescindido o contrato que só tinha o epílogo previsto para 2008.

Há muito que se falava da vontade da Académica em vender o carismático brasileiro, de maneira a fazer algum encaixe financeiro antes do final do contrato. No entanto, os valores pedidos pela Briosa – falava-se em dois milhões de euros - nunca agradaram aos emblemas interessados em contar com o centrocampista e admitia-se até, nesta altura, que a Académica baixasse a fasquia para facilitar o negócio.

Mas o cenário, agora, é bem diferente. Uma vez que Roberto Brum seria o jogador do plantel com o vencimento mais elevado, José Eduardo Simões terá preferido chegar a acordo com o futebolista, libertando a Académica do encargo salarial em detrimento de uma eventual transacção.
Assim sendo, o jogador – que até já estará de férias no Brasil – prepara-se para continuar no futebol português. Isto porque o Sp. Braga já terá manifestado interesse no ex-médio do Curitiba e Fluminense que, desta forma, poderá ser adquirido a custo zero.

Por certo, que Roberto Brum guardará fortes recordações dos 28 meses que passou em Coimbra. Desde que chegou, o centrocampista foi sempre titular indiscutível com Nelo Vingada e, embora menos preponderante com Manuel Machado, foi dos jogadores mais utilizados.
Curiosamente, e se em matéria de jogos foi utilizado durante 74 ocasiões para o campeonato (12 em 2004/2005, 33 em 2005/2006 e 29 em 2006/2007). "

Quem será o próximo? Filipe Teixeira? Roma? Quanto ganha o Litos ?

No comments.

Domingo, 27 de Maio de 2007

O Jogo: Brum não escapa ao Braga

"Embora a concorrência fosse fortíssima, o Braga adiantou-se e Roberto Brum já não lhe escapa. Antes de ir de férias – sem fazer comentários – para o seu país, o trinco brasileiro desvinculou-se da Académica e, ao que tudo indica, acertou a transferência para a equipa bracarense. Quando se soube que a Briosa estava disposta a deixá-lo sair, por querer reduzir os encargos salariais (Roberto Brum era o mais bem pago do plantel), houve logo vários clubes que o abordaram, de mercados díspares, desde o brasileiro até ao árabe.

Roberto Brum, um jogador experiente (28 anos), que se impôs, pelo valor e personalidade, no futebol nacional, já por mais do que uma vez se confessara adaptado a Portugal – onde, aliás, nasceu um dos seus dois filhos –, o que é capaz de o ter ajudado a decidir, mesmo em detrimento de propostas financeiramente mais vantajosas.

A transferência para o Braga, que já agrada aos adeptos arsenalistas e desagrada aos da Académica, permite-lhe, ainda, concretizar o desejo de lutar por um título, algo a que se habituou no Brasil. "

Conclusão: No comment... Já tudo foi dito nos textos mais abaixo. A má gestão dos activos é por demais evidente. A verificar-se esta situação (que é o mais provável) só lhes resta uma saída (tendo em conta toda uma acumulação de erros grosseiros no respectivo mandato). A demissão.
Gostava de saber como é que pagamos entre 50 e 100 mil euros pelo Pavlovic nem há 5 meses atrás, e agora dispensamos um dos melhores centro campistas do campeonato. Isto ainda se torna mais surreal, tendo em conta que rejeitaram nem há 1 ano atrás, uma proposta pelo Roberto Brum de cerca de 800 mil euros (tal como foi noticiado na altura).
Afinal de contas será que há alguém que sai beneficiado com este tipo de negócios?

P.S: Após ler certos raciocínios de alguns pseudo-intelectuais que se armam em "experts" em matérias em que são "rookies" (sim estou-me a referir aqueles que com um discurso falacioso, fizeram uma simples conta para calcular a poupança que a Académica adquiriu em termos salariais com a dispensa do Brum, tendo acabado por concluir que a Instituição ficou a ganhar dinheiro), não poderia deixar de sugerir algo deveras interessante....
Que tal a Associação Académica de Coimbra/OAF contrair um empréstimo para adquirir o passe do Cristiano Ronaldo ao Manchester United por 45 milhões de euros. De seguida a direcção propunha-lhe um contrato mensal de 2 milhões de euros, durante 3 anos.
O atleta em questão rubricava o contrato e vinculava-se à nossa Instituição. De seguida dispensávamos o jogador em questão, e poupavamos 90 milhões de euros em salários (Seria o que teriamos que pagar ao jogador durante 3 anos. 30 meses x 3 milhões.).
Teriamos então um ganho liquido de cerca de 45 milhões de euros.
90 milhões (Poupança em salários) - 45 milhões (investimento inicial) = 45 milhões.

Para estes senhores que com este argumento falacioso tentam ludibriar os sócios, argumentando que a Académica ficou a ganhar imenso com a dispensa do Brum, caso contratassemos o Cristiano Ronaldo por 45 milhões e de seguida, 5 minutos após a sua contratação o dispensássemos, estes senhores defenderiam que a Instituição lucraria igualmente 45 milhões, valendo assim desta forma, tal absurdo Investimento.

Saudações Académicas

Sábado, 26 de Maio de 2007

Uma breve resposta para alguns (muito pouco anónimos) e também um ponto de situação

Já chega de serem tendenciosos senhores advogados de defesa da direcção (quanto estes cometem erros grosseiros), gostam da direcção mas não venham defender o indefensável.

Toda a gente está escandalizada e muita gente está para deixar de ir aos jogos na próxima época, ou vocês acham que as pessoas pagam para ver um mau espectáculo?

Acham que isto é pura demagogia?! Então vão analisar as assistências (que têm caído imenso).

Acham que as pessoas fazem caridade para com alguém que esbanja aos milhões? Se não há objectivos ambiciosos, se todos os anos é a mesma coisa, e se andam a mandar o dinheiro da Instituição ao ar, é normal que os adeptos se fartem de tanta má gestão.

No outro dia questionei um amigo meu, porque é que nunca mais tinha visto a irmã dele nos nossos jogos em casa. Ele disse-me que a irmã já estava farta de ser sempre a mesma coisa, de estarmos sempre a perder e de isso ser considerado normal, ela referiu ainda, que não entendia como é que fazemos sempre a festa todos os anos por não descermos.

Será isto admissivel a uma direcção que tantos recursos possui comparada com as suas antecessoras? Corremos o risco de um dia termos o estádio vazio durante os jogos (tal como está na imagem).

Acham que é caso único?

Já ouvi explicações destas, provenientes de mais de 10 pessoas, que igualmente deixaram de ir ver os jogos.
Podem referir que recentemente com as direcções anteriores se passava a mesma coisa.
Meus amigos, as direcções anteriores não recebiam anualmente aproximadamente 500 mil contos por ano, isto só de UM dos patrocinadores, fora TODOS os restantes!
Não venham agora aqui nicknames falar do não sei quantos e de uma oposição constituida por não sei quem, de modo a terem tema para não se falar de tanta asneirada, para não se falar dos reais problemas que a Académica enfrenta.

Os associados não são cegos, alguns preferem simplesmente deixar de ir aos jogos e mais ninguém lhes põe a vista em cima, outros como nós que aqui escrevemos, preferem falar dos problemas, apontá-los e tentar arranjar soluções para os mesmos. Outros estão contentes com isso e acham perfeitamente normal, tentando desconversar e ocupar os mais incautos falando de um ou outro associado.

Para estes anónimos a Académica está melhor do que nunca. Esbanja recursos como nunca esbanjou, paga rescisões milionárias a atletas, está na boca do mundo pelos piores motivos, afastou-se dos seus principais valores e da Academia, temos atletas a acusarem dirigentes de alegadas tentativas de burla (em vários meios de comunicação social) e para finalizar, temos ainda um presidente arguido num qualquer caso, que já se deveria ter auto-suspenso, colocando dessa forma a Académica e o bom nome da Instituição à frente de qualquer outro interesse.

Em suma, a Briosa para estes senhores (anónimos), está cada vez mais fantástica, pois agora já não é diferente para melhor, é sim, diferente para pior (tal como eles sempre a quiseram), pois desta forma, a Instituição está a ficar cada vez mais parecida com eles próprios.

P.S: Façam o favor de dizer ao Futebol Clube do Porto para dispensar o Anderson, ao Sporting para dispensar o Nani e ao Benfica para dispensar o Simão Sabrosa. Eles só têm a ganhar, ficam com mais dinheiro disponível para pagarem salários e também para contratarem contentores de novos jogadores.

Como é que é possível acharem normal a direcção dispensar o Roberto Brum?!

Saudações Académicas!

Com a devida vénia ao «CAMPEAO DAS PROVINCIAS» a seguir se reproduz um artigo de opinião no mesmo publicado.
AMBIGUIDADES QUE DESCARACTERIZAM A AAC-OAF

Existem duas ambiguidades estritamente relacionadas na actual descaracterização da Académica e ambas são importantes. Uma é a atitude ambígua dos sócios em relação à Direcção baseada na abordagem dos resultados desportivos. A outra é a forma ambígua da Direcção como fala do exercício do poder.
Que significa isto?
Pode significar, e assim o interpreto, que os sócios têm o propósito inofensivo e evidente de qualquer adepto, o de obter resultados desportivos positivos e ganhar conforto. Quanto à Direcção, uma vez no poder, pretende entrincheirar-se nessa posição, isto é, usará o discurso ambíguo de modo a que a recuperação do poder por outros se torne extremamente difícil.
Ambas as ambiguidades desempenham um papel táctico quer aos da ala desportiva quer aos da ala do poder. Isto é compreensível, porquanto o uso sistemático da ambiguidade lhes permite alargar o campo em que podem ser recrutados eventuais apoiantes.
Estas vantagens tácticas podem, porém, traduzir-se facilmente numa desvantagem, no momento mais crítico; pode levar a uma crise institucional quando os resultados desportivos não forem os previamente anunciados, desejados, acordados, e os sócios considerarem chegada a altura para agir “violentamente”. Neste caso, toda a argumentação profética da Direcção é insustentável e irrecuperável, em todas as suas interpretações, radicais ou moderadas. Mas para uma perfeita compreensão dessa (desta) situação, não basta refutar a eventual profecia moderada da Direcção; é também necessário examinar a sua atitude ambígua face ao problema de maior substância, que podemos observar na aplicação dos fundos financeiros.
Afirmo que esta última atitude tem influência considerável sobre a questão de saber se a “batalha desportiva” será ganha ou não, pois, sempre que há eleições, a principal razão para a vitória eleitoral parece ser a atracção do poder económico-financeiro que o candidato exerce junto da grande camada de sócios votantes.
Esta crítica sobre a ambiguidade, como arma táctica, embora prática e corroborada pela experiência, não deixa de ser superficial. As principais falhas contributivas para a descaracterização da Académica encontram-se mais fundo.
A crítica que agora pretendi expor tenta mostrar que tanto o pressuposto da ambiguidade como as suas consequências tácticas são de molde a provocar exactamente a acção contrária à concepção original da Académica como uma Instituição desportiva diferente. E sabemos que esta desconexão pode levar à derrota e ao abismo: SAD (formal ou informal) -clube vulgar.
Acontece que violando, sistematicamente, os princípios associativos tutelados pelo Regime Especial de Gestão, a Direcção sente-se livre de agir, ou de se abster de agir, como melhor lhe aprouver. Porém, faça o que fizer não nos irá revelar agora.
Sem embargo, no entanto, racionalmente, prevejo a possibilidade de a Direcção não estar, não ficar parada. Ela preferirá tentar destruir o formato do Regime Especial de Gestão e, uma vez ser este o desenvolvimento provável – há indícios e indicadores demasiado sugestivos – devemos estar preparados para o anular; de outro modo traímos a nossa CAUSA.
Eu prefiro, amplamente, uma evolução pacífica e democrática para o retorno aos valores da Académica, se possível. Deste modo, atrevo-me a dizer que não convém iludirmo-nos. Não convém distrairmo-nos. Não convém o uso do “timing” apropriado, dito “politicamente correcto” e “sensato” só definido e defendido pelos “caçadores” da oportunidade, pois poderá vir a ser demasiado tarde para o dia-a-dia da CAUSA ACADÉMICA.


Lucílio Carvalheiro
Ex-Presidente do Conselho Fiscal
Membro do Conselho Académico

Vergonha: Jornal OJOGO refere que Roberto Brum pode estar a caminho do Braga

"De saída da Académica, clube que representa há duas temporadas e meia, o trinco Roberto Brum pode ser reforço do Braga. Na quinta-feira à noite, o brasileiro foi visto na cidade minhota e ter-se-á reunido com António Salvador para acertar os pormenores da transferência. Contactado por O JOGO, Roberto Brum recusou-se a fazer comentários sobre o assunto, reiterando que ainda não decidiu o futuro. "

Nota: Continuo a dizer, se o jogador sair a custo zero e ainda por cima se for para o Braga, é a maior vergonha na Académica dos últimos tempos. Um jogador que custou juntamente com o Marcel aproximadamente 1,8 milhões de euros, que é sempre dos melhores e mais esforçados em campo e vão agora dispensá-lo? Cabe na cabeça de alguém? Estará esta direcção de cabeça perdida? Será que a única solução é dar os nossos melhores jogadores libertando-os a custo zero, de modo a ter dinheiro para pagar salários? Como é possível com o dinheiro que recebem da TBZ, Finibanco, Dolce Vita, Smobile, precisarem de dispensar os melhores para pagar salários a jogadores? É surreal!
A ser verdade, demitam-se senhores da direcção! Mas antes de se irem embora, por favor, não dispensem nem o Filipe Teixeira nem o Pedro Roma, com a "tanga"habitual de pouparem em salários.

Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Académica ganha 2-0 na inauguração do Estádio de Aguiar da Beira

A Académica deslocou a Aguiar da Beira para participar juntamente com o conjunto local na inauguração do novo Estádio Municipal.

Segundo o nosso site oficial, a cerimónia contou com a presença do Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva que recebeu do Presidente da Académica, José Eduardo Simões, uma camisola da Briosa autografada pela equipa.

Manuel Machado aproveitou este encontro para observar alguns juniores e jogadores que estiveram no Tourizense ao longo da temporada, tal como alguns dos jogadores menos utilizados. Na equipa da Académica alinharam de início: Pedro Roma; Sarmento, Danilo, Medeiros e Lira; Nuno Piloto, Sílvio, Filipe Teixeira, Ito; Gelson e Pedro Ribeiro. Jogaram também Eduardo, Fausto, Kay, Fábio e Traquina, tendo os golos sido marcados por Ito aos 12 minutos e por Traquina aos 46.


Académica em primeiro no fair-play


A Liga Portuguesa de Futebol Profissional anunciou hoje que a Académica ficou na primeira posição no ranking de fair play da época 2006/2007.

Este ranking é feito a partir das classificações atribuídas pelos delegados ao jogo a um conjunto de itens constantes dos relatórios relativos a cada encontro.

Não deixa de ser curioso que numa temporada onde fomos constantemente prejudicados pelas equipas de arbitragem, tenhamos vencido o prémio fair-play. Será uma espécie de prémio de consolação pelos prejuízos constantes? No entanto, não pode deixar de ser considerada uma notícia positiva. Infelizmente Portugal não se encontra classificado nos primeiros lugares do ranking da UEFA em termos de fair-play, senão poderíamos ter direito a uma participação nas competições europeias. Este ano a Suécia terminou no primeiro lugar do ranking, tendo deste modo direito a um lugar extra. Foi também realizado um sorteio entre os países que obtiveram uma classificação igual ou superior a 8, para determinar quais seriam os países que teriam direito aos restantes dois lugares atribuídos aos fair-play. Estes países foram Noruega, Finlândia, Dinamarca, Alemanha, Estónia, País de Gales, Suíça, Eslováquia, Inglaterra e França, tendo em sorteio calhado os lugares extra à Finlândia e à Noruega. A título de curiosidade, Portugal ficou no 23º lugar com 7,891 pontos.

Aqui fica a classificação completa:

Classificação do «fair play»
1º Académica 15,797
2º Naval 15,750
3º Beira-Mar 15,662
3º V. Setúbal 15,662
4º FC Porto 15,500
4º Sporting 15,500
5º U. Leiria 15,471
6º Aves 15,412
7º Marítimo 15,391
8º Paços Ferreira 15,294
9º Boavista 15,191
10º Braga 15,047
11º Belenenses 15,044
12º E. Amadora 14,956
13º Benfica 14,938
14º Nacional 14,500.

Manuel Machado em entrevista ao Diário de Coimbra: "Vir para a Académica foi uma aposta de risco"


A vinda para a Académica foi, para Manuel Machado «uma aposta de risco», atendendo ao passado recente do clube. Hoje percebe melhor os motivos que não deixaram a Briosa voar mais alto e, relativamente, à época finda, aponta a exagerada remodelação (18 jogadores), a chegada a conta-gotas dos reforços e as lesões, para justificar um resultado aquém do esperado. Resolveu continuar porque acredita nas pessoas que estão à frente do clube e confia que os erros não se vão repetir: não quer mais do que 8 ou 9 caras novas e todos aptos desde o início dos trabalhos. O técnico explica as suas recentes críticas à arbitragem, mas considera que há problemas maiores no futebol português como a redução do número de clubes, que não trouxe nada de novo e só contribuiu para a desmotivação dos jogadores. Para si a Taça da Liga não passa de um remendo…

Diário de Coimbra – Se antes do primeiro jogo, lhe dissessem que iria garantir a manutenção a uma jornada do fim, teria ficado satisfeito?
Manuel Machado – Não, a perspectiva era de fazermos melhor, claramente. Eu disse, no princípio, que o objectivo nesta temporada, embora o tivessem confundido com um outro maior que era participar numa prova internacional – nunca isso esteve no nosso horizonte – era realizar uma época mais tranquila, que não tivesse em nenhum momento do seu percurso interrogações relativamente à permanência. Assim não aconteceu, pese a Académica nunca ter estado abaixo da linha de água e ter mantido sempre uma margem de cinco, seis pontos acima da mesma, eles nunca foram suficientes para que, com clareza, essa permanência, essa tranquilidade, fosse manifesta.
DC – Tendo em conta o valor da equipa, comparativamente com as restantes formações, era de esperar mais da Académica, ou a manutenção tinha que ser vista como o objectivo real?
MM – A manutenção era o objectivo real. Basta vermos que transitou um conjunto de atletas de épocas anteriores, também elas não muito conseguidas, até menos do que esta última, por isso a qualidade desse grupo de jogadores já tinha no passado, deixado classificações pouco atractivas e depois foram introduzidos outros atletas que na sua maior parte não tinham experiência da prova em que iam participar. Ou seja, jogadores como Kaká, Paulo Sérgio, Dame, Miguel Pedro, Hélder Barbosa, Milos são todos jogadores numa faixa etária muito baixa e que vinham de divisões inferiores. Depois foram também introduzidos outros que nem todos confirmaram, de facto, aquilo que sustentou a sua contratação. Estou a referir-me a atletas como o Estevez, que manifestou desadaptação e foi embora, ou o Nestor que vinha muito credenciado e acabou por sentir problemas também de adaptação, embora tivesse permanecido, mas acabou por dar um contributo muito inferior aoesperado. Jogadores como o Hélder Barbosa, o Nuno Luís, o Milos, o próprio Dionattan que nunca deu um contributo semelhante àquilo que é capaz, todos eles estiveram fora da competição por largos períodos devido a lesões. E, na conjugação de todos estes factores, acabámos por ter um grupo que não materializou um futebol, em termos de rendimento, ao nível do pretendido.

DC – Posso depreender que, à excepção de Lino, os reforços não terão representado a mais-valia esperada. Os centrais limitaram-se a cumprir, no meio-campo voltou a ser Brum o mais utilizado e no ataque valeu o regresso de Joeano e o empréstimo de Pitbull. Se as novas caras tinham todas o seu aval, ficou decepcionado com o rendimento de muitos?
MM – O treinador não avaliza os jogadores sozinho. Aqui faz-se um trabalho tripartido em que o técnico traça um perfil dos jogadores, com base numa ideia e numa filosofia de jogo que lhe está subjacente, mas a materialização do plantel é do director desportivo e, acima dele, da Direcção do clube. Não há aqui ilhas, há, de facto, um trabalho conjunto na avaliação tendente à contratação.
Relativamente aos nomes que citou, nem tudo o que disse traduz aquilo que é a realidade. A equipa foi mais produtiva na 1.ª volta do que na 2.ª em termos de número de golos conseguidos, e não estava cá nem Joeano nem Pitbull, por exemplo. Agora, numa ideia única, que o que se fez, no imediato, não teve o resultado esperado, esse é um facto.
Eu penso é que se lançaram os alicerces para que a Académica tenha um núcleo duro de jogadores que possa constituir-se como a espinha dorsal, durante três ou quatro anos, que permita fazer um trabalho sustentado de médio, longo prazo. E penso que nesse campo, jogadores que foram adquiridos na época anterior, sem prejuízo do tal rendimento imediato que não tiveram, podem vir a revelar-se muito interessantes e permitir a construção de uma equipa mais sólida, de continuidade e com rendimento maior no futuro próximo.
DC – Nessa espinha dorsal quem é que está a colocar?
MM – Jogadores como Sarmento, Vítor Vinha, Kaká, Milos, Paulo Sérgio, Miguel Pedro, infelizmente parece que se vai perder o Dame, mas já contei uma mão cheia de jogadores jovens, com potencial – e o mercado começa a manifestar apetência pelos mesmos – que podem vir a constituir-se como o tal núcleo duro.

DC – Voltando à época que acabou. Qual foi o maior problema? Foi a chegada dos reforços a conta-gotas?
MM – Foram muitos problemas. Nem todas as escolhas resultaram, houve um conjunto largo de lesões que perturbaram, houve jogadores que pela sua inexperiência não deram, no curto prazo, uma resposta boa, mas adivinho que na próxima época estarão bem acima daquilo que produziram e, por isso, houve toda uma conjugação de factores que impediram que a época fosse tão boa quanto queríamos. É evidente que aquilo que disse relativamente aos “timings” da introdução de jogadores também perturbou. Foi uma profunda remodelação e ela não é fácil de ser feita e nem todas as coisas acontecem no tempo adequado. Começar a época como começámos, com 12 jogadores a trabalhar mais alguns “miúdos” do Tourizense para dar corpo e possibilitar que o trabalho fosse minimamente rentabilizado, não é saudável nem aconselhável. Mas foi aquilo que foi possível ser feito. O que tem é que se aprender com os erros, tentar rectificar processos de forma a que, na próxima temporada possamos começar de uma forma mais correcta.

DC – Mas a remodelação adivinha-se outra vez…
MM – Não me parece. Não acho que venha a ser, nem de perto nem de longe, tão profunda. Estamos a falar de 18 jogadores. Foi aquilo que a Académica introduziu na temporada que agora termina. Se para a próxima, a remodelação for 40 ou 50% desse número, já constituirá um avanço positivo.
DC – Pedro Roma, Brum, Filipe Teixeira, Lino e Dame foram considerados pelo Diário de Coimbra como os cinco melhores jogadores da época. Dame já saiu, Pedro Roma ainda não renovou, Brum, Filipe Teixeira e Lino não se sabe se vão continuar. Destes quais os que considera imprescindíveis?
MM – Não há jogadores imprescindíveis em nenhum clube do Mundo. O futebol, hoje, é uma indústria e por isso os activos do património humano-desportivo é que, de alguma maneira, permitem sustentar economicamente, dar viabilidade aos clubes. Por isso não há jogadores imprescindíveis nem no Real Madrid, nem no Chelsea, nem na Académica de Coimbra. Nesse contexto considerar este ou aquele jogador como fundamental para que a equipa, o clube, possa sobreviver, parece-me uma perspectiva errada e com a qual eu, de maneira alguma, me identifico.

DC – Mas gostaria de contar com alguns deles?
MM – É evidente, gosto sempre de contar com bons jogadores. No ano passado a Académica perdeu cinco ou seis activos muito interessantes. Apesar da perda e de todos os factores que atrapalharam a nossa vida, esta época conseguiu ser melhor do que a anterior. Por isso não é pela perda deste ou daquele que as coisas irão correr menos bem.
O que é importante é que se constitua um grupo equilibrado e que se programem as coisas em tempo útil, de forma a que se possa fazer um trabalho sustentado e enfrentar o campeonato, desde a 1.ª jornada, com a equipa minimamente formatada. As individualidades contam, como é óbvio, mas em desportos colectivos, fundamentalmente, conta o grupo.

DC – Quais são as posições em que considera que a Académica terá mais necessidade de estar no mercado para colmatar as falhas?
MM – Eu sou muito pragmático a esse respeito. Se olharmos para esta Académica, é uma equipa que joga bom futebol. Podem acusá-la de ter um baixo rendimento mas não de ser uma equipa tresmalhada, sem fio de jogo, sem circulação de bola, uma equipa, digamos, sem cabeça. Não é. Foi a crítica da especialidade, que valorizou, dos pontos de vista do espectáculo, da qualidade do futebol, esta Académica. Mas temos consciência que nos extremos do campo a equipa manifesta dificuldades. Quero dizer: é frágil no último sector, ou seja, defensivamente permitiu 46 golos, o que é muito. Mais do que um golo por partida é penalizante e esta equipa sofreu, em média, um golo e meio. E tem também algumas dificuldades em termos de concretização. A equipa conseguiu cerca de 30 golos, o que dá um golo por jornada. Teríamos que inverter a tendência: fazer golo e meio e sofrer menos que um e, certamente, jogaríamos para o primeiro terço da tabela. Portanto são as pontas da equipa que têm que ser alvo de uma maior atenção no sentido da melhoria da qualidade.

DC – Quando fala da defesa, está a incluir o guarda-redes?
MM – A defesa é toda a equipa. Agora os blocos quando vistos de forma mais analítica denunciam fragilidades mais específicas. É evidente que quando se fala de defesa, fala-se de todo o bloco defensivo, embora volte a dizer que uma equipa defende do primeiro ao último homem e ataca no sentido inverso e por isso não se poderá atribuir esses 46 golos sofridos aos centrais, aos laterais ou ao guarda-redes. É a equipa no seu conjunto que os sofre e que os marca.

DC – Importante será, então, que tudo seja feito em devido tempo de forma a começar a época já com o grupo definido?
MM – E estão a ser feitas. De momento, o presidente, o director desportivo e o treinador estão a trabalhar todos os dias para que isso seja uma realidade. Agora temos que perceber que futebol moderno é indústria, é rendimento, em última instância é dinheiro. E nesse contexto, nem tudo o que se quer materializar se consegue e muito menos, por vezes, em tempo útil, porque há que respeitar prazos de negociação, para se conseguir chegar a valores que se possam pagar. A Académica tem tido isso como ponto de honra, de pagar atempadamente aos seus profissionais, e vai querer fazê-lo no futuro, também. Não é difícil fazer um plantel desde que haja muito dinheiro, mas quando há um “plafond” e se quer ser rigoroso, as coisas têm que ser levadas com maior paciência.
DC – A nível de contratações já se fala em nomes como Orlando ou Bruno que já foram seus jogadores. Há outros com quem gostaria de voltar a trabalhar?
MM – É evidente que há jogadores com quem lidei que são óptimos praticantes. E ter óptimos praticantes é meio caminho andado para maior sucesso.

DC – Estes dois, particularmente…
MM – Neste momento não lhe posso dizer nada relativamente a isso. Eu opino tecnicamente para o interior e quem materializa, depois, é a Direcção. As questões contratuais são com a Direcção e os “timings” para anunciá-las serão também da sua responsabilidade.

DC – A sua continuidade prendeu-se com a vontade de efectuar, agora, um trabalho equiparável ao realizado em Guimarães e no Nacional?
MM – Um bocado, também. Há sempre circunstâncias que levam a que fiquemos ou não. De facto eu sabia que a vinda para a Académica era uma aposta de risco e disse-o em tempo útil, pois a Académica tinha quatro participações sempre na linha de água. Neste momento percebo melhor um pouco, porque é que tal acontece. Tenho dado o meu contributo para que as coisas possam mudar e como acredito que as pessoas que estão na Académica têm capacidade para que essa mudança se efectue, a disponibilidade para permanecer também é uma verdade.

DC – E quais são os aspectos que falhavam?
MM – Não vou dizer para o exterior aquilo que, do ponto de vista profissional, penso, no que diz respeito à questão anterior.

DC – Mas, a nível de estruturas a Académica está suficientemente apetrechada?
MM – Esta Académica tem aquilo que é fundamental. Por aquilo que conheço do seu passado, deu grandes passos em frente a nível da estabilidade económica. Esta Direcção fez um trabalho, por contraponto àquilo que acontecia há sete ou oito anos, em que os salários tinham cinco ou mais meses de atraso. Hoje isso não acontece. Os salários são pagos atempadamente, tem um “plafond” que julgo ser competitivo ao nível da concorrência para constituir um bom futebol profissional, tem vindo a criar uma estrutura física ao nível das condições de treino que permitem trabalhar com normalidade. Não estão ainda optimizadas na medida que a obra ainda está a decorrer, mas a curto prazo a Académica poderá ter um pequeno centro de treinos muito funcional. Tem um óptimo estádio, uma óptima cidade, tradição, estatuto, historial, por isso há um conjunto de condições muito positivas para que a Académica se afirme como um participante de continuidade na primeira liga e que o possa fazer com a ambição de colocar a sua equipa na primeira metade da tabela. E é com base nestes pressupostos que a minha continuidade se põe, também.
DC – Aposta numa época em que atinja esse desiderato?
MM – O que eu digo neste momento, porque ainda estamos a constituir o grupo, não conheço aquilo que a concorrência está a fazer e, por isso, por comparação não sei qual vai ser o nosso poder relativo, mas aquilo que eu pretendo para a próxima temporada é que seja uma equipa que sofra menos golos, marque mais golos, faça mais pontos e que, por consequência, tenha uma melhor classificação final. Será um conjunto de avanços, em vários parâmetros, do rendimento e da classificação final que julgo ser possível realizar.

DC – Especialmente nas últimas jornadas a Académica sofreu com as arbitragens...
MM – Eu acho que a arbitragem, de uma maneira geral, melhorou muito. O árbitro hoje é um cidadão com melhor preparação geral, muito acima do que era usual nos anos 70 e 80. Treina mais, está melhor apetrechado tecnicamente, é melhor conhecedor das leis, numa palavra, é um agente com maior competência. O que acontece é que o futebol acaba por reflectir a sociedade e vivemos num país onde as clivagens são cada vez maiores e, sendo todos portugueses, “são todos iguais mas uns são mais iguais do que outros”. E nos julgamentos, muitas vezes, isso reflecte-se.
Sabíamos que tínhamos um calendário que reservava para as últimas jornadas equipas com grande potencial que têm, de facto, uma cobertura diferente daquela que as equipas pequenas têm. Infelizmente para nós, acabou por se confirmar esta regra e a análise desses últimos jogos demonstra-o. No jogo com o Porto, fomos penalizados, com o Braga também, com o Marítimo voltámos a ser, ainda agora na Luz fomos penalizados, por isso houve um conjunto de julgamentos que nos foram desfavoráveis mas penso que a raiz do problema está naquilo que já referi: as clivagens, a grande cobertura que é dada a quem já é forte. Ninguém se quer juntar ao fraco. Há uma tendência para ser adepto do forte, para ajudar quem já está bem, quem não precisaria de ajuda.

DC – A arbitragem é um problema do futebol português, ou há outros mais graves?
MM – Não. O futebol português carece de uma análise que ultrapassa em muito o problema da arbitragem. É uma parcela. Eu tenho desde há muito manifestado algum descontentamento por aquilo que é o calendário das competições. Esta redução para 16 clubes e a perda de momentos competitivos parece-me nefasta. Não trouxe nada de importante ao futebol.

DC – E esta nova Taça da Liga?
MM – É mais um remendo, uma tentativa de atenuar aquilo que terá que ser mudado no imediato ou a médio prazo. É impossível ter profissionais a ganhar 12 meses e a trabalhar seis ou sete. Trinta semanas de competição mais uma ou duas eliminatórias da Taça, perfazem 32 em 52 que tem o ano civil, deixa-nos com mais de 40% de inactividade e isso em termos de rentabilização dos activos torna quase impossível a tarefa. A arbitragem merece reflexão e há trabalho a fazer em volta dela, no sentido de os tornar profissionais ou não, de lhes dar melhores condições para exercerem bem a sua função, mas penso que há problemas de maior dimensão no futebol português. Um deles é pegar nos modelos onde o futebol é uma indústria conseguida e apetecível. Nós vemos Inglaterra com 20 clubes, uma Taça da Liga, uma Taça de Inglaterra, seis ou sete clubes a participar nas provas internacionais e a chegar às finais.
Em Portugal reduziu-se, o desempenho dos clubes que participaram nas taças internacionais foi o mesmo, embora tivessem mais tempo para preparar as competições não foi daí que nada se alterou, a própria Selecção, apesar de ter mais tempo para se concentrar, continua a ter desempenhos semelhantes aos que já tinha na situação anterior e, portanto, não vejo que daí tenham surgido melhorias em termos de progresso, rendimento e resultados para as equipas ou selecções a nível internacional. O que vejo é jogadores a fazer 10, 12 unidades de treino por cada momento competitivo, o que cria graves problemas de motivação.

DC – Só confirmou a sua continuidade depois de garantida a permanência, embora a Direcção já o tivesse anunciado há bastante tempo.
MM – O presidente falou comigo em Novembro, manifestou vontade de que eu continuasse, fê-lo de novo em Fevereiro, depois em Março ou Abril oficializou essa vontade quando colocou o facto no “site” do clube. Agora havia, de facto, e há sempre, alguns pressupostos que permitem, ou não, materializar essa continuidade. Um deles era a questão da manutenção. Daí que eu deixasse sempre um “nim” no ar, relativamente à confirmação dessa vontade que a Direcção tinha manifestado há muito tempo. Só por isso.

DC – O objectivo para a nova época será, portanto…
MM – Melhor que esta. E vamos fazê-lo certamente.

Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

MaisFutebol: Paulo Sérgio renovou até 2010 e quer jogar num «grande»

"O polivalente Paulo Sérgio, jogador que tanto pode jogar a «trinco» como na lateral-direita, viu premiada a boa época ao serviço da Académica com a renovação do seu contrato, que terminava em 2008, por mais duas épocas, com consequentes melhorias a nível salarial.

Recrutado ao Moreirense durante o último defeso, mostrou credenciais, tanto mais que se tratou de uma estreia no escalão principal e, contactado pelo Maisfutebol, mostrou-se decidido a subir mais um degrau na sua carreira, subida a pulso, escalão a escalão, desde que chegou a Portugal há quatro anos: «Estou muito satisfeito pelo reconhecimento do meu trabalho. Foi uma época de adaptação e agora quero trabalhar para poder chegar a um grande.»

O defesa/médio dos «estudantes» parte nesta sexta-feira de férias para o Brasil, tal como o seu colega Alexandre, que pode já nem voltar mais a Portugal. Em final de contrato com a Briosa, o jogador mostrou-se resignado com a possibilidade de voltar ao futebol brasileiro: «Não vou ficar na Académica. Ninguém manifestou interesse em que eu renove e já tenho viagem marcada para amanhã. Tenho pessoas a tratar do meu futuro, que pode passar por um regresso ao meu pais.»

Quanto ao clube onde irá jogar na próxima época, Alexandre garantiu não ter ainda nada de concreto, não confirmando as notícias que dão conta da possibilidade de se mudar para o Coritiba. «Não sei de nada. Não fui contactado por esse clube», referiu."

Nota: Uma boa notícia. O Paulo Sérgio é um bom jogador no entanto seria importante também ler o mesmo em relação a outros atletas. Mais precisamente em relação ao Roberto Brum, a Joeano (novo empréstimo) e também esclarecer se Hélder Barbosa continua ou não a jogar na nossa Briosa (pois na altura foi anunciado que ficaria por 2 anos).

Maisfutebol: Dame voltou aos treinos e negou qualquer contacto com o Panathinaikos

"Dame NDoye quer negar o inegável. O jogador senegalês voltou esta tarde a treinar-se com o plantel da Académica e, no final, desmentiu qualquer ligação ou contacto com o Panathinaikos. Admitiu apenas ter estado em Atenas, para tratar de assuntos pessoais, e, muito solícito, tentou desmontar todas as questões que lhe foram colocadas.

«Confirmo que estive em Atenas. Tratou-se de uma deslocação a título particular», começou por dizer o (ainda) jogador da Académica, que, confrontado com as notícias postas a circular pela imprensa grega, algumas com fotografias suas, passou, ele próprio, a fazer perguntas: «Fui fotografado no aeroporto. Apenas isso. Alguém me viu com pessoas do Panathinaikos? Há alguma foto minha nas instalações deles? No estádio ou no pavilhão? Não houve absolutamente nada!»

Na mesma linha de pensamento, desmentiu ter feito exames médicos ou ter assinado qualquer contrato com o emblema ateniense. Apesar disso, Dame confessou ter-se ausentado «sem informar» a sua entidade patronal, pelo que poderá estar sujeito a um processo disciplinar e, no limite, a uma multa. «Isso fica entre mim e o clube», referiu, a propósito.

Quanto ao seu futuro, preferiu não responder se pretende deixar a Académica ou continuar em Coimbra, além de ter afirmado que nada está decidido em relação à opção, por mais duas épocas, que a Briosa alega ter exercido,
Uma questão de estratégia

Segundo o Maisfutebol conseguiu apurar, as declarações do jogador não passam de uma estratégia no sentido de tentar evitar que a Académica recorra à FIFA ou tente, de alguma forma, impedir a transferência do jovem avançado. Segundo informações recolhidas na Grécia, o Panathinaikos não irá assumir oficialmente a contratação enquanto a situação não estiver clarificada e isso deverá, até, passar por um pedido de esclarecimento junto do organismo que tutela o futebol a nível mundial.

Seja como for, o acordo com o atleta e o seu representante está feito e envolve um contrato de quatro temporadas que pode ainda não ter sido assinado, à espera, justamente, no momento oportuno para o fazer. Que poderá acontecer só depois de o contrato do senegalês terminar, no final deste mês. Certo também é que Dame nunca chegou a responder à carta enviada pela Académica, dando conta da intenção de exercer a referida opção, argumento que poderá ser evocado para declarar a nulidade da cláusula. "

Nota: Finalmente uma boa notícia (pelo menos a curto-prazo), depois de duas más. Se o Dame sair, que seja vendido, mas nunca a custo zero. Relativamente a este caso, a direcção está de parabéns pelo alegado 'pressing' efectuado, que resultou no retorno do atleta. Este efectou rapidamente um desmentido.
Esperemos que fique e que isto não seja apenas para desviar atenções de modo a poder sair no final do próximo mês a custo 0 (tal como o maisfutebol referiu).
O que é facto, é que o atleta quis agora negar o inegável. Considero que isto não abona nada a favor do próprio.
Por clarificar está ainda a impensável questão da rescisão com o Brum, que não lembra a ninguém.

Saudações Académicas