"Pardalitos do Choupal"

Associação Académica de Coimbra

Vitor Santos,jornalista d' A Bola já falecido,foi o primeiro a chamar a Académica "Pardalitos do Choupal", em crónica ao jogo da vitória sobre o Benfica por 3 a 1 na época de 1961/1962

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Informações

Estádio Cidade de Coimbra

Estádio Cidade de Coimbra
Inauguração: 29-10-2003
Lotação: 30000


Ano da fundação: 03-11-1887
Rua Infanta D. Maria, 23 - 3030-330
Nº de sócios: 10336 (em 9/7/2007)
Internet: www.academica.oaf.pt

 

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sábado, 27 de Junho de 2009

AAC/OAF: Comunicado

"A LUSA, com um mês de atraso, veio no passado dia 23 divulgar à comunicação social, como se de uma fresca e incontornável notícia se tratasse, que o “Administrador de insolvência da TBZ não reconhece dívida de um milhão” reclamada pela AAC-OAF.

A talhe de foice, a mesma LUSA deu voz ao presidente da TBZ revelando que aquele considera que “A Académica agiu de má fé em todo este processo, reclamando dívidas que já tinham sido pagas”.

Acaso a LUSA – ou quem para ela carreia tão relevantes e actuais notícias – estivesse empenhada em cumprir o seu dever de informar com isenção, seria expectável que antes de divulgar tão actual “notícia” tivesse o cuidado de dar à AAC-OAF o exercício do contraditório, suscitando ao respectivo Departamento Júridico os esclarecimentos relevantes, pois que sendo o processo de insolvência da TBZ um processo judicial e a reclamação de créditos um acto procedimental, tais esclarecimentos não devem ser obtidos junto do vice-presidente da AAC-OAF para a área financeira, como, aliás, o mesmo prontamente deu nota.

Sucede que a LUSA parece não se pautar por esses pormenores éticos de fazer informação, pelo que, mais importante que apurar a verdade dos factos, o que se lhe afigurou relevante e urgente foi dar uma “notícia” que, embora sem o ser, servia o desígnio de alimentar a desinformação em torno da actividade da AAC-OAF e dos seus órgãos sociais, com consequências inegavelmente prejudiciais para a sua imagem pública.

A AAC-OAF reclamou, de facto, no processo de insolvência da TBZ, um crédito de € 1. 372.746,59, não tendo sido reconhecido pelo Administrador da Insolvência o valor de € 1. 066.264,59, com fundamentos que, por inaceitáveis, foram prontamente objecto de impugnação junto do Tribunal do Comércio de Lisboa.

Com efeito, para se perceber a incongruência da argumentação aduzida pelo Administrador da Insolvência veja-se, a título de exemplo, o facto de aquele não ter reconhecido o crédito reclamado referente a quotização recebida pela TBZ, alegando que desconhecia como fora apurado aquele valor. No entanto, bastava ao Administrador da Insolvência ter presente a informação anteriormente prestada pela TBZ a esse propósito para facilmente concluir que o que a AAC-OAF reclamara era tão só o valor que a TBZ havia reconhecido ter recebido de quotização.

Mas o que a LUSA - ou quem para ela carreia tão relevantes e actuais notícias – não disse e poderia ter dito, se quisesse ser objectiva, isenta e nisso tivesse visto “notícia” relevante, é que não foram reconhecidos a totalidade dos créditos reclamados por diversas entidades como, por exemplo, a Real Madrid Gestion de Derechos, SL, a Sporting Comércio e Serviços, SA, a Sporting – Sociedade Desportiva de Futebol, SAD, Sporting Clube de Portugal (SCP), além de várias entidades ligadas ao evento Expo Saragoça. Tudo entidades que, a acreditar nas razões invocadas pelo presidente da TBZ, também terão agido “de má fé em todo este processo, reclamando dívidas que já tinham sido pagas”.

Aliás, o que a LUSA não disse e poderia ter dito, se quisesse ser objectiva, isenta e nisso tivesse visto “notícia” relevante é que não foi igualmente reconhecido a totalidade do crédito reclamado pelo próprio Dr. João Barroqueiro que, para tanto, invocou ser titular de um contrato de trabalho. Melhor sorte teve a esposa do presidente da TBZ à qual foi reconhecido integralmente um crédito por ela reclamado emergente de “contrato de trabalho verbal” que a vinculava à empresa do marido.

Ora, a seu tempo, o Tribunal decidirá quem deve o quê a quem, pelo que a AAC-OAF aguardará serenamente o veredicto."