Assim se esvai a Briosa...
Enquanto a imprensa tradicional continua a assobiar para o lado de onde caem os bilhetes para ver a bola de borla, João José Cardoso, do blogue AVENTAR, um dos mais prestigiados da blogosfera nacional, recorda as jogados de José Condenado, perdão, José Eduardo Simões.
Com a devida vénia ao autor, reproduzimos o texto do Aventar:
“A maior vergonha da história da Associação Académica de Coimbra chama-se José Eduardo Simões, presidente do seu Organismo Autónomo de Futebol.
Manchando o nome de uma instituição centenária, que não é um clube de futebol mas aceitou ter no seu seio um clube de futebol profissional, acumulou esse cargo como a direcção autárquica das obras e urbanismo. Junte-se o fogo com a estopa (responsabilidade política de Carlos Encarnação) e temos licenciamentos de obras a troco de dádivas para o clube.
Vem isto a propósito da sua última tirada: uma queixa na ERC contra o blogue O Sexo e a Cidade, onde habitualmente é referido como José Condenado Simões, que se registou como publicação periódica precisamente porque o dito cujo o impedia de aceder às actividades do clube reservadas à imprensa, coisa que nem a Câmara nem os tribunais fazem, baseando-se nesta espantosa argumentação:
Diz-se expressamente: “foi condenado“, anda na fase do recurso em recurso a ver se escapa na prescrição final, e não quer receber a alcunha de Condenado. Preferiria talvez ser o José Eduardo dos Recursos. O Recorrente. Já agora acrescentando quem paga esses recursos e toda a sua defesa.
Digno de quem não tem vergonha na cara, tivesse chegado a possuir alguma e já se teria demitido, esbanjando o orçamento do clube em defesa de um nome que na cidade já transitou. Cidade onde isto se conta envergonhadamente, que nós, os adeptos da Académica em todas as competições desportivas, temos vergonha.
Vergonha de quem já ameaçou um partido político de responder em tribunal. Vergonha porque a autonomia de que goza a AAC-OAF o liberta de prestar contas à Associação a quem tudo deve e onde nasceu. Com a ironia de dar razão aos que em tempos expulsaram o futebol profissional da AAC : pode ter sido um disparate, mas permitir esta autonomia não lhe fica atrás, quod erum demonstratum.
Quando já se perdeu o mínimo de decência insiste-se, ataca-se a liberdade de expressão. Mais um que se queixa dos blogues, desta vez demonstrando precisamente a utilidade da sua existência.
José Eduardo, e Condenado confirmado na Relação, vá lá acima ao Vale de Canas ver se encontra a foca. Procure-a debaixo da raiz de uma árvore. Enquanto andar entretido a cidade respirará melhor. E que a Justiça não se atrase. Há um edifício centenário perto dos Arcos do Jardim que espera ansiosamente por si.”
in o sexo e a cidade
Com a devida vénia ao autor, reproduzimos o texto do Aventar:
“A maior vergonha da história da Associação Académica de Coimbra chama-se José Eduardo Simões, presidente do seu Organismo Autónomo de Futebol.
Manchando o nome de uma instituição centenária, que não é um clube de futebol mas aceitou ter no seu seio um clube de futebol profissional, acumulou esse cargo como a direcção autárquica das obras e urbanismo. Junte-se o fogo com a estopa (responsabilidade política de Carlos Encarnação) e temos licenciamentos de obras a troco de dádivas para o clube.
Vem isto a propósito da sua última tirada: uma queixa na ERC contra o blogue O Sexo e a Cidade, onde habitualmente é referido como José Condenado Simões, que se registou como publicação periódica precisamente porque o dito cujo o impedia de aceder às actividades do clube reservadas à imprensa, coisa que nem a Câmara nem os tribunais fazem, baseando-se nesta espantosa argumentação:
Diz-se expressamente: “foi condenado“, anda na fase do recurso em recurso a ver se escapa na prescrição final, e não quer receber a alcunha de Condenado. Preferiria talvez ser o José Eduardo dos Recursos. O Recorrente. Já agora acrescentando quem paga esses recursos e toda a sua defesa.
Digno de quem não tem vergonha na cara, tivesse chegado a possuir alguma e já se teria demitido, esbanjando o orçamento do clube em defesa de um nome que na cidade já transitou. Cidade onde isto se conta envergonhadamente, que nós, os adeptos da Académica em todas as competições desportivas, temos vergonha.
Vergonha de quem já ameaçou um partido político de responder em tribunal. Vergonha porque a autonomia de que goza a AAC-OAF o liberta de prestar contas à Associação a quem tudo deve e onde nasceu. Com a ironia de dar razão aos que em tempos expulsaram o futebol profissional da AAC : pode ter sido um disparate, mas permitir esta autonomia não lhe fica atrás, quod erum demonstratum.
Quando já se perdeu o mínimo de decência insiste-se, ataca-se a liberdade de expressão. Mais um que se queixa dos blogues, desta vez demonstrando precisamente a utilidade da sua existência.
José Eduardo, e Condenado confirmado na Relação, vá lá acima ao Vale de Canas ver se encontra a foca. Procure-a debaixo da raiz de uma árvore. Enquanto andar entretido a cidade respirará melhor. E que a Justiça não se atrase. Há um edifício centenário perto dos Arcos do Jardim que espera ansiosamente por si.”
in o sexo e a cidade
1 Comments:
O absurdo juntando-se ao absurdo.
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Sei lá, at 21/02/13, 20:28
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