Diário de Coimbra: Novo curso na Universidade de Coimbra

O presidente dos conselhos Directivo e Científico da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), João Gabriel Silva, afirmou, ontem, que o novo curso que o Departamento de Engenharia Mecânica vai ministrar, no próximo ano lectivo, em Engenharia e Gestão Industrial, «só vale a pena se for o melhor de todos».
Ao intervir na sessão de lançamento da nova formação (com um 1.º ciclo de três anos e um 2.º ciclo de dois – portanto, ajustada ao formato de Bolonha), o catedrático de Engenharia Informática disse que «não há razão para apenas se criarem cursos que não existem em lado nenhum», assim estejam reunidas condições e saberes para que, ao abrir-se um curso numa área já oferecida por outras instituições, este seja melhor.
João Gabriel Silva notou que a taxa de empregabilidade dos licenciados em Engenharia Mecânica pela FCTUC é de 100%, sendo que, em média, o primeiro emprego é obtido ao final do primeiro mês de procura. Para dizer o seguinte: «É importante que se saiba que um diploma da UC tem conteúdo» e que «não é papel». Que atesta que «aquela pessoa sabe fazer coisas, que as percebe e sabe explicar».
O ambientalista foi mais longe, ao afirmar que «um diploma da Universidade de Coimbra não é um diploma da Universidade Independente», que «está no outro extremo do espectro». Numa referência ao grau de exigência com que se tira o “canudo”, João Gabriel Silva frisou que «quem vem para a UC sabe que vai suar a valer, mas sabe que sai com valor». E recordou que
E recordou que a UC foi colocada num ranking internacional como a primeira de língua portuguesa, «a que tem mais prestígio no estrangeiro».
«A UC vai, pela sociedade, não pelos corredores do poder, ser reconhecida entre as universidades de topo», disse, ainda, apesar de afirmar que a instituição chegou a ter influência ao ponto de «qualquer dificuldade que houvesse fosse resolvida com um telefonema».
O curso de Engenharia e Gestão Industrial ontem apresentado está vocacionado para formar engenheiros capazes de planear e gerir sistemas complexos, caracterizados por uma forte interacção entre as variáveis financeiras, humanas, organizacionais e tecnológicas, lê-se numa nota distribuída à imprensa.
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