Amigável???!!!

A leitura telegráfica da edição de hoje do prestigiado jornal «A BOLA» acabou por chamar-me a atenção para um pormenor, que, em face das suas envolventes passadas, me vejo obrigado a apelidar de verdadeiro «pormaior».
No âmbito da sua preparação para a próxima temporada definida pelo novo treinador, Manuel Machado, vai a Briosa realizar dois estágios sucessivos, utilizando o Luso e a praia de Quiaios como quartéis-generais da equipa, entre os dias 16 e 23 e 23 e 30 de Julho, respectivamente.
Também não é novidade, e até aí tudo bem, que durante a mesma preparação vai a Académica realizar vários jogos amigáveis, designadamente frente a Beira-Mar (19/7), Leixões (26/7), Penafiel (29/7), Nacional (2/8) e Feirense (5/8), além de ter a formação escolar confirmado já a sua participação no torneio triangular de Alcobaça, onde estará, além da equipa da casa, o Ginásio, também o Marítimo do Funchal.
Nada de novo, portanto, no que a uma preparação absolutamente normal diz respeito, à excepção do jogo, também já agendado (22/7), que propositadamente omiti da lista acima, frente, pasme-se (!)...ao Vitória de Guimarães!
Creio que se dispensam quaisquer comentários a tal agendamento, que não sejam os de protestar veementemente contra a realização de tal partida.
A Briosa e os vimaranenses estão oficialmente de relações cortadas devido ao celebérrimo «Caso N’Dinga» que tanto prejudicou o nosso emblema e, que eu saiba, ainda nenhuma das duas instituições envolvidas teve a iniciativa de (tentar) reatar o relacionamento institucional. E não a teve, não obstante o facto de, à frente dos destinos vitorianos estarem hoje outras pessoas, que, objectivamente, nada tiveram que ver com os comportamentos passados das Direcções do Sr. Pimenta Machado, esse sim o «pai» de uma das maiores fraudes do «luso pontapé na bola», com a falsificação do famigerado carimbo de inscrição do jogador zairense, que atirou a Briosa para o futebol secundário...
Posto isto ficam apenas duas reflexões:
Se a ideia de realizar tal jogo, sublinhe-se AMIGÁVEL, foi do novo técnico, dadas as suas origens e a sua manifesta ligação ao emblema da «cidade-berço», então ensinemos o professor que a história da Académica, o respeito pelo seu passado e pelos seus princípios, devem estar sempre à frente das meras conveniências das metodologias do treino. Se, ainda assim, ele não entender algo tão simples, então concluamos que começa mal o seu percurso em Coimbra.
No âmbito da sua preparação para a próxima temporada definida pelo novo treinador, Manuel Machado, vai a Briosa realizar dois estágios sucessivos, utilizando o Luso e a praia de Quiaios como quartéis-generais da equipa, entre os dias 16 e 23 e 23 e 30 de Julho, respectivamente.
Também não é novidade, e até aí tudo bem, que durante a mesma preparação vai a Académica realizar vários jogos amigáveis, designadamente frente a Beira-Mar (19/7), Leixões (26/7), Penafiel (29/7), Nacional (2/8) e Feirense (5/8), além de ter a formação escolar confirmado já a sua participação no torneio triangular de Alcobaça, onde estará, além da equipa da casa, o Ginásio, também o Marítimo do Funchal.
Nada de novo, portanto, no que a uma preparação absolutamente normal diz respeito, à excepção do jogo, também já agendado (22/7), que propositadamente omiti da lista acima, frente, pasme-se (!)...ao Vitória de Guimarães!
Creio que se dispensam quaisquer comentários a tal agendamento, que não sejam os de protestar veementemente contra a realização de tal partida.
A Briosa e os vimaranenses estão oficialmente de relações cortadas devido ao celebérrimo «Caso N’Dinga» que tanto prejudicou o nosso emblema e, que eu saiba, ainda nenhuma das duas instituições envolvidas teve a iniciativa de (tentar) reatar o relacionamento institucional. E não a teve, não obstante o facto de, à frente dos destinos vitorianos estarem hoje outras pessoas, que, objectivamente, nada tiveram que ver com os comportamentos passados das Direcções do Sr. Pimenta Machado, esse sim o «pai» de uma das maiores fraudes do «luso pontapé na bola», com a falsificação do famigerado carimbo de inscrição do jogador zairense, que atirou a Briosa para o futebol secundário...
Posto isto ficam apenas duas reflexões:
Se a ideia de realizar tal jogo, sublinhe-se AMIGÁVEL, foi do novo técnico, dadas as suas origens e a sua manifesta ligação ao emblema da «cidade-berço», então ensinemos o professor que a história da Académica, o respeito pelo seu passado e pelos seus princípios, devem estar sempre à frente das meras conveniências das metodologias do treino. Se, ainda assim, ele não entender algo tão simples, então concluamos que começa mal o seu percurso em Coimbra.
Mesmo, muito mal…
Se, ao invés, a ideia foi dos dirigentes, então calemo-nos e não digamos mais nada…
E enquanto estivermos calados, relembremos, durante um singelo, mas sentido minuto, as memórias de Jorge Anjinho, Mendes Silva, Paulo Cardoso, entre outros, homens de alma briosa e coração académico, que tudo deram da sua capacidade, generosidade e iniciativa, para fazer ressarcir a Briosa dos prejuízos de que foi alvo, por parte do emblema de Guimarães.
Se, ao invés, a ideia foi dos dirigentes, então calemo-nos e não digamos mais nada…
E enquanto estivermos calados, relembremos, durante um singelo, mas sentido minuto, as memórias de Jorge Anjinho, Mendes Silva, Paulo Cardoso, entre outros, homens de alma briosa e coração académico, que tudo deram da sua capacidade, generosidade e iniciativa, para fazer ressarcir a Briosa dos prejuízos de que foi alvo, por parte do emblema de Guimarães.
Faça-mo-lo no próprio local da insólita partida, se preciso for...
Tenhamos memória e sobretudo…vergonha!
Tenhamos memória e sobretudo…vergonha!
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